Tragédia com avião da Chapecoense deixa 20 jornalistas mortos

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Vinte e um jornalistas estavam no avião que caiu na Colômbia. Vinte deles morreram nessa tragédia. Eles viajavam com os jogadores para contar para todo o país a última etapa dessa campanha histórica da Chapecoense na Copa Sul-Americana. Entre os 20 mortos, três eram da TV Globo e cinco do grupo RBS.

Informação. Emoção. São as nossas ferramentas no jornalismo esportivo. E a Chape estava oferecendo um roteiro delicioso. Matéria-prima de primeira. Éramos 20 no avião e outros tantos nas redações à espera dessa final inédita. Infelizmente, esse jogo acabou sem começar.

Dessa vez doeu estar perto da notícia. Doeu ser a notícia. Companheiros de trabalho queriam, sim, mostrar uma outra história.

Nós, do esporte, escrevemos com alegria nas mãos. Filmamos com brilho no olhar. Gostamos de falar sorrindo.

Nos próximos dias, os brasileiros iriam assistir à penúltima aventura da Chapecoense na Copa Sul-Americana. Mas, infelizmente, as câmeras e microfones perderam bons amigos.  
     
O repórter Giovane Klein acompanhava de perto a Chape ou o Verdão do Oeste. Fez da Arena Condá a sua segunda casa. Vinha trabalhando nessa campanha histórica. Giovane Klein tinha 28 anos e estava na RBS, emissora afiliada da TV Globo, havia pouco mais de um ano.

Além dele, estavam no voo Djalma Araújo Neto, um dos cinegrafistas mais experientes da RBS. Tinha 35 anos e deixa dois filhos. Bruno Mauri da Silva, de 25 anos, era técnico de externas da emissora catarinense.

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