Garibaldi é contra a cassação de Michel Temer.

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A chapa que concorreu à Presidência em 2014, formada por Dilma Rousseff (PT) e o peemedebista, enfrenta um processo no colegiado desde 2015. Após o relator, Herman Benjamin, entregar o relatório ao presidente Gilmar Mendes, o julgamento da ação será iniciado na próxima terça-feira 4 e pode culminar com a deposição de Temer, que assumiu o cargo no ano passado após impeachment de Dilma. O processo, aberto pelo PSDB, investiga possível cometimento de abuso de poder econômico pela chapa nas eleições.

De acordo com o ex-presidente do Senado e ex-ministro, que não detalha o ponto de vista, o que vai prevalecer no julgamento do TSE é a “apreciação do ponto de vista jurídico”, mas, do ponto de vista político, uma nova cassação do presidente da República – desta vez por um tribunal de Justiça – “lançaria o país numa situação de instabilidade muito grande”.

Sobre a possibilidade de Temer concorrer à reeleição no pleito de 2018 ou mesmo de disputar uma eventual eleição direta – caso a chapa seja cassada e esta seja a deliberação do TSE, o senador afirma que é muito precoce falar sobre o assunto. “Vai depender de muitas questões, como a aprovação das reformas. É muito prematuro, numa hora dessas, fazer cogitações”, afirmou.

Comentários

José Oliveira disse…
Pra que cassar o homi? Se Temer perder o cargo assumi Rodrigo Maia e teremos eleições indiretas. Quem ganhará? Qualquer porcaria que pague mais. Nós, cidadãos, às vezes vendemos nossos votos, mas só às vezes. Eles, no entanto, não têm nem vergonha de promoverem as barganhas em redes nacionais. Então, pra que tirar Temer? Deixe ele lá. Daqui a um ano sim, teremos novas eleições e poderemos escolher o melhor, ou seja, aquele que estiver em primeiro nas pesquisas...