Jardinense vai viver o Rei Herodes na Paixão de Cristo de Ouro Branco

http://4.bp.blogspot.com/_2RP4v5dsw9k/ScKIKDU3_tI/AAAAAAAABGw/cBl4o5ydpCA/s200/Z%C3%A9+Renato.jpgO blog esteve em contato com Zé Renato, ex-secretário de Cultura de Jardim do Seridó. Na oportunidade tratamos sobre sua participação na Encenação da Paixão de Cristo de Ouro Branco.

O jardinense falou do prazer de participar do espetáculo e lembrou que participa do evento cultural e religioso desde as primeiras edições que foram dirigidas pelo diretor Reinaldo Freitas.

" Há muitos anos eu participo da Paixão de Cristo de Ouro Branco. Acredito que desde as primeiras encenações. Sempre fiz o papel do Rei Herodes. Com exceção do ano de 2007, há 10 anos atrás, onde eu dei vida ao personagem Pilatos. O Rei Herodes é um personagem muito complexo de ser feito e ao mesmo tempo instigante, por ser um misto de loucura, esquizofrenia, e através da embriaguez ele se tornava agressivo. Porém ao mesmo tempo, em seus lapsos de lucidez, ele busca executar a justiça dentro das razões e teorias filosóficas. E a bipolaridade da loucura através da fuga do Real, com a inteligência no planejamento e concretizar de seus atos" disse Zé Renato.

Zé Renato aproveitou para agradecer a oportunidade de participar mais uma vez do principal evento cultural do município de Ouro Branco.
                      
 "Agradeço a todos os atores que já trabalharam e ainda estão juntos até hoje, ao povo de Ouro Branco que sempre me receberam de braços abertos, aos amigos de várias partes do Seridó, que incentivam e constroem comigo esse personagem e ao meu amigo, irmão e diretor do espetáculo Reinaldo Freitas, que confiou em mim desde o primeiro instante. E a todos aqueles em quem me inspiro é que me impulsionam a cada instante em que vivo essa história. Por fim, gostaria de ressaltar que a cena do Bacanal de Herodes, e quase um monólogo onde ele expressa toda sua ira e Tam bem seu afeto. Suas dores e amores. O domínio da cena se faz presente, graças a muito estudo, muito esforço é muito trabalho. Somos muito disciplinados e objetivos. Pesquisamos em comum acordo do texto ao figurino. Das nuances cheias de dramaturgia a fé cênica. E por tudo isso que nós realizamos com o nosso dever cumprido" finalizou Zé Renato.
 

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